A reforma da Segurança Social
Uma dinâmica política em transformação e uma pressão crescente, à medida que o número de beneficiários aumenta em relação ao de contribuintes, incentivaram várias reformas destes programas. Entre elas figuram:
- aumentar a idade de reforma ou de elegibilidade em termos de pensão;
- alterar a percentagem das pensões a que se tem acesso, consoante as idades de entrada;
- instituir inquéritos, sobre os recursos financeiros dos beneficiários, relativamente à parte dos sistemas de apoio que não tem que ver com pensões;
-altera a indexação dos subsídios garantidos por exemplo, à inflação ou ao Crescimento do PIB;
- aumentar as taxas das contribuições ou os impostos;
- lançar impotos sobre as pensões;
- privatizar partes do programa;
- permitir que os «trust funds» existentes façam investimentos diversificados;
- melhor a gestão dos pedidos de pensões por incapacidade;
- mudar a base utilizada para calcular as pensões (por exemplo, aumentar o número de anos de salários utilizados para calcular as pensões).
Estes e outros esforços de reforma conseguiram reduzir a pressão sobre os programas. Se o continuarão a fazer ou não é algo que depende da sua flexibilidade e de serem – e em que medida – politicamente aceitáveis.
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